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Esses pequenos e fofos surgiram por volta de 1850, na Inglaterra, mais precisamente no condado de Yorkshire. Foram desenvolvidos através do cruzamento de diversas raças, entre elas, Airdale Terrier, Skye Terrier, e o Maltês. No início, eram utilizados para ajudar seus tutores com a caça de ratos em minas de carvão, e eram ótimos nisso, como qualquer terrier. Mas com o passar dos anos, a raça acabou ganhando cada vez mais espaço dentro de casa. Seu porte pequeno, acabou sendo um diferencial, e fez com que a raça se tornasse um excelente cãozinho de companhia.

Altura: 18 a 23 cm na altura da cernelha
Expectativa de Vida: 13 a 16 anos
Peso Médio: 3,5kg
Origem: Inglaterra

Características

Focinho mediano, cabeça pequena, orelhas pontiagudas e em formato de “v”, corpo  compacto e uma pelagem lisa, longa e exuberante, nas cores azul metálico na cauda e dorso e no restante do corpo a cor predominante é castanho. Costumam latir bastante, principalmente para proteger seu território e os seus tutores.

Personalidade

Caçadores, adoram explorar a casa toda, portanto, se o seu amiguinho sumir por muito tempo, é melhor ir atrás, pois é bem provável que esteja aprontando alguma arte.

Apesar de independentes, são muito apegados a família. Alegria contagiante e cheios de energia, costumam deixar o clima da casa sempre alegre e agitado.

Se a sua intenção for ter mais de um pet em casa, o ideal é que comece a socialização desde filhote, para que ele aceite melhor a presença.

 

Saúde e bem-estar

Embora sejam cães saudáveis, os Yorks podem apresentar algumas doenças típicas da raça, como qualquer outro cão. A alopécia por diluição de cor ou alopécia mutante da cor, é uma dermatologia de condição hereditária. Esse tipo de doença de pele, afeta pets que possuem algumas partes da pelagem em cores pretas ou diluídas, em locais onde os pelos do pet não crescerão, e raramente vai se desenvolver após os três anos.

A pelagem fica opaca, quebradiça e se solta do animal com muita facilidade, podendo até em alguns casos, desenvolver foliculite, causando descamação e prurido.

A epilepsia idiopática, ou seja, sem causa definida, também costuma ser outra das doenças que costumam acometer essa raça. Assim como a luxação de patela e a persistência do ducto arterioso, que é a doença cardíaca mais comum em cães, afetando principalmente os Yorkshires.

A pelagem também merece uma atenção especial, e precisa ser escovada semanalmente para que não embarace. Lembre-se também que esses amiguinhos sentem muito frio, então o ideal é que, durante os períodos mais frios do ano, sejam mantidos bem quentinhos dentro e fora de casa durante os passeios.

Converse sempre com um médico veterinário e mantenha o esquema de vacinas em dia.

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